Você não preencheu nada. Tá tudo anotado.

O pessoal manda a foto da nota e a foto do serviço no WhatsApp de sempre. Cai na obra certa, com a origem guardada embaixo.

EntrarAcesso por convite de quem toca a obra.
Traço de lápis de carpinteiro atravessando a divisa da tinta numa parede de obra

A obra apaga o próprio registro.

O pedreiro escreve a medida na parede que ele mesmo vai rebocar. O gerente manda um áudio às seis da manhã que ninguém ouve de novo. A foto do encanamento antes do contrapiso fica no celular de quem tirou.

Não falta anotação na obra. Falta o traço chegar do outro lado.

Aí o cliente pergunta por que a cozinha passou do orçado, e o que sobrou foi a planilha atualizada. Ela mostra o número. Ela não mostra de onde ele veio.

Três passos, e dois deles não são seus.

  1. 01

    Manda no WhatsApp

    Foto da nota, foto do serviço, documento ou uma pergunta em áudio, no mesmo número que todo mundo já usa.

  2. 02

    Vira lançamento sozinho

    A foto da nota volta com fornecedor, valor e data já lidos, esperando só o seu confirma na tela.

  3. 03

    A origem fica

    Embaixo do lançamento fica a foto original, a hora e o nome de quem mandou, a um toque, e não sai de lá.

Se não dá pra abrir e ver de onde veio, não está anotado.

Cozinha · Marcenaria

Marcenaria Bom Corte

Nota 4471 · 12/03

R$ 4.800,00

Rascunho, esperando confirmação

de onde veio

foto que o Jorge mandou no whatsapp · 12/03 14h22

ver a foto

É essa linha de baixo que é o produto inteiro. O número já estava na planilha e na cabeça de alguém. O que não estava em lugar nenhum era a foto, a hora e o nome, presos no mesmo lugar que o valor.

Quando o cliente pergunta por que a cozinha passou do orçado, a resposta boa não é a planilha atualizada, é abrir e mostrar.

Planilha guarda o número. Só a origem guarda a razão.

Feito pra quem responde por uma obra que outros tocam.

O dono que contratou três pra tocar uma

Um empreiteiro, um arquiteto e um gerente, cada um te contando a obra do jeito dele. Você não precisa de três versões, precisa de uma, com a foto e a hora embaixo.

O arquiteto que toca a obra do cliente

O cliente pergunta por que a cozinha passou do orçado, você abre o lançamento e mostra de onde veio, sem depender de lembrar.

O gerente de obra e a construtora pequena

Você toca três obras ao mesmo tempo, e a sua memória virou o banco de dados das três.

E pra quem estava lá

Tá anotado que você entregou dia 12, com a foto e a hora, e ninguém precisa acreditar na sua palavra.

Tudo é uma palavra grande. Este é o tamanho dela.

Daqui pra baixo é o que fica organizado numa obra tocada por três ou quatro pessoas. O que vira dinheiro guarda de onde veio.

O dinheiro da obra

O que a cozinha já custou

Orçado, gasto e o que falta, por ambiente e por categoria. O número da tela é o mesmo do arquivo que você manda pro contador.

O que vence essa semana

Cada parcela com sua data, e o que já venceu não some da lista.

Quanto vai sair mês a mês

Com o banco ligado, a projeção parte do saldo que está lá, não de um número que alguém digitou.

O extrato batido com as contas

O sistema acha a transação que casa com a conta a pagar e deixa apontada. Conciliar continua sendo um clique seu, e isso é de propósito.

A compra que passa do teto

Acima de um valor combinado, a aprovação sobe de nível. A regra está no banco, não num botão que dá pra pular.

Os dois sins antes do pagamento

A medição vira conta a pagar depois de duas aprovações, e fica escrito quem deu cada uma e com qual foto na frente.

O documento que falta trava o pagamento

ART, nota, as-built: o que foi combinado e não chegou bloqueia a medição no banco, não num lembrete. A cobrança sai sozinha no WhatsApp de quem deve, e o arquivo respondido cai anexado na pendência.

O empreiteiro não vê o seu financeiro

Ele vê o cronograma, o diário, os documentos e o que tem a receber. Orçamento, compras e contas não abrem pra ele.

O que aconteceu no canteiro

A nota que chegou por foto

Foto da nota no WhatsApp volta com fornecedor, valor e data já lidos, como rascunho. Nada vira lançamento sem alguém confirmar.

A foto antes do contrapiso

Fotos por ambiente, separando a referência do projeto do que foi executado.

O dia que ninguém ia escrever

O mestre conta o dia por áudio no WhatsApp e vira o registro daquele dia, sem ninguém abrir formulário.

O piso aquecido que cruza três contratos

Decidir um sistema da casa gera o que o fornecedor, o eletricista e a execução devem entregar, cada um com dono e prazo. O encontro entre projetos deixa de ser o lugar onde a obra improvisa.

Saldo, a pagar, etapa atrasada

Pergunta no app ou no WhatsApp. A resposta não é escrita por robô, é consultada: sai da mesma conta que está na tela.

Nada aí em cima é ideia nova. Novo é o "de onde veio" embaixo de cada lançamento.

O que ele não faz, e é bom você saber antes.

Não faz a obra andar.

Ele cuida do registro. O concreto que chega errado e a segunda que ninguém aparece continuam sendo com você.

Não avalia ninguém.

Ele não dá nota pra quem executa nem mede produtividade. O que ele cobra é documento combinado que não chegou — com prazo e nome, como tudo aqui. Cobrança de gente continua sendo com gente.

Não substitui o gerente.

Decisão de obra é de quem está lá. Ele só garante que a decisão fique escrita e não suma.

Não inventa o que ninguém mandou.

Se não veio foto, não tem foto. Ele não preenche buraco com suposição.

Um traço é registro. Dois traços é aprovação. A gente só pode prometer um.

Deixa anotado que você quis entrar.

Não tem cadastro aqui, e não vai ter tão cedo. Hoje o sistema roda numa obra de verdade, uma só, e a segunda vaga abre quando a primeira aguentar. Este ano entram no máximo 5. Você toca obra dos outros ou está tocando a sua: deixa o contato e você fica sabendo quando abrir. Pode levar meses, e a gente prefere te dizer isso agora.

Seu contato fica guardado só pra te avisar quando abrir vaga, não vira newsletter nem sai daqui, e some no dia em que você pedir em contato@tudoanotado.com.br.